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VALE DO AVE

O vale do ave news é um jornal de tiragem gratuita, onde as empresas podem apostar numa publicidade de grande visibilidade a baixo custo dando assim mais visibilidade á região e ao mesmo tempo ao seu negócio!!!

O Vale do Ave é uma região detentora de uma forte diversificação de recursos e potencialidades turísticas que fomenta, igualmente, a forte diversificação na formação potencial de produtos turísticos temáticos.

Atendendo a esta diversidade e distribuição dos recursos turísticos pelo Ave, alguns documentos estratégicos como o Plano Director de Turismo do Vale do Ave (1994) e o Estudo de Marketing Turístico e Plano de Comunicação do Ave (2004), têm vindo a adoptar um “Zonamento por Áreas de Vocação Turística”, assente em quadros geográficos e vocações turísticas homogéneas – Alto Ave, Médio Ave e Ave Litoral.

O Alto Ave possui um vastíssimo património natural e uma qualidade ambiental de inigualável valor. Em Vieira do Minho pode-se encontrar as barragens, que fomentam a prática de desportos náuticos, praias fluviais, um vastíssimo património rural recuperado, bem evidente na grande oferta de casas de turismo rurais, com especial destaque para a Aldeia de Agra. A Serra da Cabreira, com 1261 m, oferece oportunidades para desenvolver actividades turísticas de turismo de natureza e turismo activo.

Póvoa de Lanhoso, com origem mais antiga que a da nacionalidade, de que é testemunho o seu Castelo Medieval, possui variadíssimas atracções, as aldeias turísticas, o bem conservado património natural de que é exemplo o Carvalho de Calvos, com 500 anos de idade, o parque temático desporto aventura e o artesanato tradicional – as filigranas.

Em Fafe, o deporto automóvel, a caça e pesca, a barragem de queimadela, a arquitectura dos brasileiros, a sua gastronomia local “Vitela Assada à Moda de Fafe”, e a sua paisagem rural fazem deste município um importante local de visita.

O Médio Ave, pela sua especificidade e vocação turística encontra-se fortemente ligado ao turismo cultural.

Guimarães, Berço da Nacionalidade Portuguesa, possui uma grande riqueza monumental, artística, museológica, de que é bem patente o seu Centro Histórico e muralhas medievais, classificado pela UNESCO, em 2001, como Património Cultural da Humanidade.

Vila Nova de Famalicão, conhecida pela terra do escritor Camilo Castelo Branco, integra-se na Rota dos Escritores Portugueses, com a Casa / Museu de Camilo. É também de realçar a sua oferta cultural multifacetada que tem como exlibris a Casa das Artes.

Em Santo Tirso é possível encontrar testemunhos da arqueologia castreja, nomeadamente o Castro de Monte Padrão em Monte córdova, Santuária da nossa senhora da assunção com uma area envolvente do santuário onde se realiza uma romaria anual dia 15 de Agosto feriado nacional, e um valiosíssimo património cultural, de que é exemplo o Mosteiro de S. Bento e o Mosteiro de Roriz.

VILA DO CONDE : este concelho situa-se entre o ave e minho, também com um grande potêncial monumental e turistico, onde se realiza anualmente as gradiosas festas de S. João, e também a riqueza de praia e mar que vale sempre a pena conhecer e vesitar.

Ao percorrer o Médio Ave, não nos podemos esquecer, também, dos novos municípios do Ave de Vizela e Trofa anteriormente englobados nos concelhos de Guimarães e Santo Tirso que vale a pena visitar, atrofa com uma vertente indústrial e também turistica onde anualmente tem grandes eventos como as féstas da Senhora das dores, e Vizela bela em natureza e paisagem e também conhecida pela suas termas.


O Vale do Ave é um dos polos industriais históricos do país com homogeneidade geográfico-económica que pode apostar na sua individualidade no quadro do Noroeste Peninsular
O caso do Ave mostra a renovação possível de especializações históricas, como os têxteis (sucesso no sector dos têxteis-lar) e o calçado (um 'cluster' porteriano completo que sofreu uma mudança profunda nos últimos 20 anos).
O Vale do Ave está a potênciar o papel do pólo em Guimarães da Universidade do Minho, criando condições para novas especializações em competências, como os polímeros e a computação gráfica
Os polímeros podem ser uma nova especialização do tecido industrial do Ave com base no cruzamento de sectores históricos, como os têxteis e o calçado, com os plásticos com vista ao 'cluster' do automóvel português e galego.
O Ave quer afirmar-se como um distrito industrial renovado com uma individualidade própria no Noroeste Peninsular, capaz de se distinguir no xadrez complexo desta euroregião atlântica, enquadrada pela pressão da Galiza, a norte, e pela atracção da Área Metropolitana do Porto, a sul.
O DISTRITO INDUSTRIAL DO AVE NUM MINUTO
Meio milhão de habitantes
8 munícipios (Trofa, V.N. Famalicão, Santo Tirso, Vizela, Guimarães, Fafe, Póvoa de Lanhoso e Vieira do Minho E Vila do Conde)
2º Plano Estratégico (2001-2007): 450 milhões de contos de investimentos, sobretudo acessibilidades e ambiente, 47% em parceria com privados e 53% pela Administração Central e municípios
Imagem de distrito industrial
Especializações históricas renovadas: têxteis-lar e calçado
Especializações emergentes: polímeros e computação gráfica, com base no Pólo de Guimarães da Universidade do Minho
Oportunidades de «cruzamentos» entre sectores industriais com vista ao fornecimento do «cluster» automóvel
Criação de um Parque Tecnológico (Tech Park) nas Caldas das Taipas (15km de Guimarães e de Braga) o passo então dado de arrancar com um Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Vale do Ave, cuja primeira fase decorreu entre 1994 e 1999. Um dos «ex-libris» deste primeiro plano centrou-se no terreno ambiental, com o lançamento e consolidação de um Sistema Integrado de Despoluição do Vale do Ave, a que estão ligadas hoje mais de 300 empresas.

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VALE DO AVE NEWS

E assim sendo o Vale do Ave news tem como objectivo dinamizar o comércio e indústria já existentes e os que venham a existir dando especial relevo também aos locais turisticos da região!

TIRAGEM OBJECTIVOS


Uma tiragem mensal de 150.000 exemplares que pretendemos a muito curto prazo vir a aumentar facilitando assim a interligação entre as pessoas que vèm de fora da região e o comércio local,prentendendo assim desta forma tornar mais rentavel o desenvolvimento e sustentação do comércio/indústria e tambem da região do vale do ave, são 150.000 exemplares distribuidos semanalmente pelos diferentes concelhos da região em quantidades á dimensão do local!!!

Para publicidade contacte: 911977 744 220105360 Email: valedoave@live.com.pt

# Gepost op zaterdag 12 juli 2008, 10u42

Gewijzigd op woensdag 30 juli 2008, 09u28

SANTO TIRSO

SANTO TIRSO
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Situado no Norte do país, Santo Tirso é considerado um concelho de charneira entre o Grande Porto, o Tâmega e o Ave

Pertence ao distrito do Porto e esteve, durante um longo período de tempo, integrado na Numenclatura de Unidade Territorial (NUT) III do Ave, que englobava ainda os concelhos de Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Trofa, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela. No entanto, foi recentemente aprovada a sua transição para a NUT III do Grande Porto, devido à sua recente integração na Grande Área Metropolitana do Porto.

É delimitado a Norte pelos concelhos de Vila Nova de Famalicão e Guimarães, a Nordeste por Vizela e Lousada, a Este por Paços de Ferreira, a Sul com o concelho de Valongo e a Oeste pelos concelhos da Trofa e Maia.

Possui uma área de cerca de 140 Km2 e é composto por 24 freguesias.

As suas excelentes acessibilidades aproximam o concelho dos principais centros urbanos, mas também de importantes interfaces de transportes, nomeadamente o porto de Leixões e o aeroporto Francisco Sá Carneiro. Da rede viária que serve o concelho destaca-se a Auto-Estrada A3, o IC 24, a EN104, a EN105, a EN204, a ER207 e a ER319. É ainda servido pela linha ferroviária de Guimarães, recentemente beneficiada.

O concelho de Santo Tirso é um dos mais belos rincões desta região, em que cada lugar é um jardim e uma janela aberta sobre a verdejante paisagem. O perfil montanhoso da região e a sua densa vegetação fazem de qualquer miradouro um local de desfrute de grande beleza paisagística.

A gastronomia da região brinda-nos com alguns dos mais característicos pratos do panteão gastronómico do Douro Litoral e Minho, como o bacalhau, o cabrito assado, os rojões e o cozido à portuguesa. Na doçaria são nacionalmente conhecidos os famosos jesuítas e os limonetes, cuja receita nasceu no concelho. A tradição conventual oferece-nos as bolachas do Mosteiro de Santa Escolástica (Roriz).

A produção vinícola local também faz jus à tradição. O vinho verde é rei nesta região, alcançando algumas das quintas produtoras, vários prémios e distinções. No Mosteiro de Singeverga é produzido o conhecido licor dos beneditinos, o licor de Singeverga (Roriz).

O termalismo encontra lugar em Santo Tirso. As Termas das Caldas da Saúde (Areias), proporcionam, a quem as demanda, conforto e qualidade, sendo indicadas para o tratamento de doenças de pele, reumatismo e problemas do aparelho respiratório.

No artesanato local destacam-se os brinquedos de madeira, as mantas e tapetes executados em teares manuais, bem como os trabalhos realizados em ferro forjado e em granito.

Na sede do concelho, a cidade de Santo Tirso, merecem visita os seguintes lugares: Parque D. Maria II, jardins da Praça do Município, a capelinha da Sr.ª da Piedade e ainda o Museu Internacional de Escultura Contemporânea ao Ar Livre

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# Gepost op woensdag 30 juli 2008, 08u58

Gewijzigd op donderdag 31 juli 2008, 10u46

V. NOVA.FAMALICÃO

V. NOVA.FAMALICÃO
Vila Nova de Famalicão (conhecida frequentemente apenas como Famalicão) é uma cidade portuguesa no Distrito de Braga, região Norte e subregião do Ave, com cerca de 30 188 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 97 metros.
VILA NOVA DE FAMALICÃO, Concelho do médio ave situado a 20 Km de Braga a 8 de Santo Tirso e 30 do porto é um concelho com muito bons acessos e recheado de uma paisagem verde e acolhedora:

É sede de um município com 201,85 km² de área e 127 567 habitantes (2001), subdividido em 49 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Braga, a leste por Guimarães, a sul por Santo Tirso e Trofa, a oeste por Vila do Conde e Póvoa de Varzim e a noroeste por Barcelos. Foi criado em 1835 por desmembramento de Barcelos e elevada à categoria de cidade em 1985.

A cidade em si resume-se nas palavras do cinéasta português Manoel de Oliveira: «Origens lendárias de Famalicão - centro de comunicação rodoviária e ferroviária, entre várias localidades do Norte. As alegres e pitorescas ruas. Acontecimentos registados nos jornais da terra. Edifício - hospital da Misericórdia, Câmara Municipal. Monumento a Camilo Castelo Branco. Casa de Camilo, em São Miguel de Ceide. Trabalho nos campos. Igrejas. Os arredores românticos. Indústrias de fiação e tecidos, de botões e de relógios (única na Península). Aspectos típicos: vindimas, malhadas, feira». Na própria filmografia do realizador, deparamo-nos, em 1941, com uma película dedicada à cidade de Famalicão!!!

Tem uma gastronomia rica da tracicional região portuguêsa.
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# Gepost op woensdag 30 juli 2008, 09u00

TROFA

TROFA
Apesar de ser um concelho recente e de nunca ter usufruído de autonomia administrativa até 19 de Novembro de 1998, o percurso histórico da Trofa é longo e anterior à própria constituição da Nacionalidade.

Crê-se que uma das primeiras citações conhecidas está integrada num documento de escritura do mosteiro de Moreira (Maia) datado do ano de 979). Este documento refere Alvarelhos (alvarelios), S. Cristóvão do Muro (sanctum christoforum) e Cedões (zadones - localizado na freguesia de Santiago de Bougado).

Contudo, o povoamento de todo este território actualmente conhecido como concelho da Trofa remonta a milhares de anos atrás. Prova disso são os trinta e quatro machados de bronze encontrados em S. Martinho de Bougado, no lugar de Abelheira, que hoje se encontram na Sociedade Martins Sarmento em Guimarães, a mamoa encontrada próximo da Estação da Trofa, destruída entretanto, as inscrições rupestres na aldeia da Maganha ou o emblemático castro de Alvarelhos (classificado como "Monumento Nacional" desde 1910), um povoado fortificado que veio a adquirir grande importância quando, depois de conquistada a Península Ibérica, a administração romana decidiu construir aquele que se manteve até hoje como um dos eixos estruturantes do território da Trofa - a estrada que liga o Porto a Braga (Cale a Bracara Augusta).

Localizada num vasto território, vinculado ao grupo étnico dos madequisenses, que se estendia do Oceano Atlântico à Serra da Agrela e do Rio Leça ao rio Ave, esta ampla terra, fértil em recursos naturais, foi sendo, ao longo de mais de 160 anos, administrativamente dividida entre os concelhos da Maia, de Vila do Conde, de Santo Tirso e finalmente da Trofa.

Em meados do séc. XIII, nas Inquirições de D. Afonso III, este território é referido como Terra da Maia, julgado, e assim se mantém até 1384, ano em que é integrado no termo do Porto. Em 1527, D. Manuel atribui foral à Terra e Concelho da Maia, confirmando assim velhos privilégios de uma terra que se vai manter eminentemente rural até ao advento do liberalismo. No séc. XVIII, nas "memórias paroquiais", as oito freguesias da Trofa mantêm-se no centro deste território, mas as suas referências estão limitadas aos rios Ave e Leça, às serras de Covelas e Cidai e, ainda e sempre, à estrada Porto/Braga que atravessa o Ave no lugar do Vau (Santiago de Bougado) ou na Ponte da Lagoncinha (Lousado, Famalicão).

Em 1809, as tropas comandadas pelo General Soult, entram pela fronteira de Chaves e dirigem-se a Braga. Aqui, na Trofa, organizam o ataque à cidade do Porto, dividindo-se em três colunas. A do meio, "aproveitando a velha via romana que ligava as cidades de Braga e Porto, iria atravessar o Ave no lugar do Vau e na Barca da Trofa1" , mas encontrou forte resistência das gentes locais, como refere o próprio Soult nas suas memórias: "A minha coluna do centro viu-se detida na Barca da Trofa pelo inimigo. Teve de subir o rio para forçar a ponte da Goncinha que estava barricada e defendida por fortes entrincheiramentos."
Deste episódio restam marcas comemorativas no lugar da Barca, no Souto de Bairros e em Lantemil, sendo estes dois últimos os locais de acampamento do exército invasor.

Também o séc. XIX e o liberalismo deixaram marcas profundas neste antigo território.
Com a reforma administrativa, a comarca do Porto passa a ter vinte e dois concelhos, sendo elevados a esta categoria muitas honras e coutos que nunca tinham tido Carta de Foral. É assim que a par de antigos concelhos como o da Maia e de Refoios de Riba d'Ave, surge o de Santo Tirso, antigo couto. Em 21 de Março de 1835, D. Maria II cria o julgado de Santo Tirso, composto pelos concelhos de Negrelos, Rebordões, Refoios, Roriz, Santo Tirso e ainda por treze freguesias desanexadas ao concelho da Maia, entre as quais as oito que actualmente constituem o concelho da Trofa2.

Mas com o séc. XIX, chegou também o progresso e a inovação tecnológica e industrial.
A reforma da estrada nacional Porto/Braga, a construção das vias férreas Trofa/Fafe e Porto/Braga na segunda metade do séc. XIX, com as consequentes construções de duas obras de arte (a ponte pênsil para o trânsito rodoviário e a ponte sobre o Ave para o ferroviário), e mais tarde a estrada Santo Tirso/Vila do Conde, esquartejaram a freguesia rural de S. Martinho de Bougado, mas constituíram factor predominante na industrialização do Vale do Ave, deixando uma marca estruturante neste território e, posteriormente, na cidade e no concelho da Trofa.

Já em pleno séc. XX, resultado do processo de industrialização que avassalou toda esta bacia, caracterizada por uma forte implantação de indústrias têxteis, da própria agricultura intensiva e da densidade demográfica, este território modifica-se.
A qualidade da água do rio Ave e seus afluentes foi sofrendo uma depreciação significativa, bem como os ecossistemas aquáticos, ribeirinhos e terrestres associados. As actividades económicas e recreativas que se desenvolviam ao longo das suas margens foram-se degradando e desvalorizando. É assim que desaparecem as azenhas, os engenhos de linho, as serras hidráulicas e os pisões; as explorações agrícolas e a mancha florestal contígua e, obviamente, as praias fluviais do Bicho, de Bairros e da Barca. A população, consternada com o processo de degradação do rio Ave, foi virando as costas ao rio, privando-se e privando-o de toda uma vivência que, inconscientemente, contribuiu para a aceleração deste processo.

Actualmente, o concelho da Trofa possui órgãos municipais próprios com autonomia administrativa e financeira, atribuições e competências. E, não obstante as carências financeiras, humanas e técnicas com que se depara actualmente o Poder Local (que, não raro, dificultam o cumprimento das atribuições das autarquias na sua plenitude), a Trofa é, no presente, um município solidário que trabalha pela modernização, reestruturação e requalificação urbanística, pela defesa do património natural e histórico-cultural e pela preservação da sua identidade
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# Gepost op woensdag 30 juli 2008, 09u02

VIZELA

VIZELA
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Vizela é um dos mais jovens concelhos do Vale do Ave, fortemente conhecido pelas valiosas termas de caldas de vizela, foi uma luta de um povo que conquistáram o feito de ser concelho durante a governação de António Guterres, um feito merecido pelo seu potêncial indústrial e turistico que vale a pena visitar!!!
É uma cidade com verdes jardins com variado comércio tipico local, uma cidade que se tem expandido muito nos ultimos anos!
Tem também uma grande riquesa gastronómica fica a 10 Km de Guimarães e a 30 de Braga e do Porto!!!
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# Gepost op woensdag 30 juli 2008, 09u03

Gewijzigd op maandag 04 augustus 2008, 07u09